Antropológicas Epidêmicas – Diários Antropológicos de uma Epidemia

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    https://www.antropologicas-epidemicas.com.br/

    Espaço de compartilhamento de informações sobre a pandemia mundial da covid-19 e temas correlatos em suas múltiplas configurações. Nasceu da percepção de que uma série de pessoas estão escrevendo diferentes tipos de relatos, análises e testemunhos sobre o que estão vivendo e pensando com a crise mundial instaurada pelo coronavírus.

    Cientistas sociais que somos, achamos que seria um ótimo momento para exercitar/incentivar a imaginação (auto)etnográfica, sociológica e política sobre a pandemia e esperamos receber contribuições e experimentações etnográficas a partir dessas experiências, ao mesmo tempo, isoladas e compartilhadas.

    Ademais, muito se tem dito sobre como a pandemia que vivemos é também uma infodemia. Com as mídias digitais e o acesso à informação tanto em termos de consumo como de produção, habitamos um cenário bastante conflitante em termos de que informações jornalísticas, mensagens encaminhadas pelo WhatsApp, pronunciamentos das autoridades oficiais e pesquisa científicas acreditar na hora de pensarmos estratégias de prevenção e enfrentamento da crise. Nesse sentido, o antropoLÓGICAS EPIDÊMICAS é também uma iniciativa para situarmos melhor o debate qualificado sobre diversas questões que estamos enfrentando.

    Incentivamos qualquer formato possível de compartilhamento (auto)etnográfico do momento atual. Podem ser textos acadêmicos, teóricos e analíticos, mas também relatos mais literários, experimentações com diversas modalidades (textuais, visuais, sonoras) de registro etnográfico, autoetnografias, ensaios fotográficos, filmes, exercícios de imaginação político-viral, etc.

    Como a crise que estamos vivendo nos afeta a todas, todas podemos, a partir de nossos corpos, vidas e campos, refletir sobre alguma implicação da pandemia. Por outro lado, como algumas têm dito, sabemos que não estamos todas no mesmo barco. Talvez, no mesmo mar. Mas umas em um iate e outras agarradas em um pau, tentando boiar para sobreviver. Nesse sentido, também incentivamos contribuições que enfatizem como a pandemia que enfrentamos é desigualmente vivida quando levamos em conta marcadores de raça, classe, gênero, sexualidade, geração, sorologia, padrão de normalidade corporal/capacitismo, etc.

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